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    Nubank lucra US$ 1,1 bilhão no 2º trimestre, cruza a marca de US$ 1 bi pela primeira vez e leva o ROE a 33%

    O banco digital reportou alta de 49% no lucro líquido na comparação anual, receita bruta de US$ 5,9 bilhões e 139 milhões de clientes, superando o consenso de mercado compilado pela Bloomberg.

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    Redação

    14 de agosto de 20262 min de leitura
    Nubank lucra US$ 1,1 bilhão no 2º trimestre, cruza a marca de US$ 1 bi pela primeira vez e leva o ROE a 33%

    O banco digital reportou alta de 49% no lucro líquido na comparação anual, receita bruta de US$ 5,9 bilhões e 139 milhões de clientes, superando o consenso de mercado compilado pela Bloomberg.

    O Nubank divulgou nesta quinta-feira (13) o balanço do segundo trimestre de 2026 e alcançou um marco inédito: lucro líquido de US$ 1,1 bilhão, a primeira vez que a instituição ultrapassa a barreira de US$ 1 bilhão em um único trimestre.

    O número representa alta de 49% em relação ao mesmo período de 2025 e avanço de 17% sobre o trimestre imediatamente anterior. O resultado veio acima do consenso de analistas compilado pela Bloomberg.

    A rentabilidade acompanhou o salto. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) fechou o trimestre em 33%, ante 29% nos três primeiros meses do ano e 28% no mesmo intervalo de 2025.

    Receita cruza os US$ 4 bilhões líquidos

    A receita bruta somou cerca de US$ 5,9 bilhões no período, crescimento de 39% na comparação anual. A receita líquida ultrapassou a marca de US$ 4 bilhões pela primeira vez na história da companhia.

    A base global de clientes chegou a 139 milhões, sustentada pela operação brasileira e pela expansão em México e Colômbia. O ritmo de adição de usuários segue como o principal vetor de crescimento da receita, combinado ao aumento da receita média por cliente ativo.

    O resultado foi bem recebido pelo mercado. Os papéis da companhia chegaram a subir cerca de 10% após a divulgação.

    Inadimplência no radar

    O balanço também trouxe pontos de atenção. O índice de inadimplência acima de 90 dias ficou em 6,9% no trimestre, movimento acompanhado de elevação nas provisões para perdas com crédito.

    A companhia sustenta que a inadimplência permanece dentro de parâmetros controlados e compatível com o perfil de risco da carteira, que segue em expansão puxada por crédito pessoal e cartão. O balanço foi divulgado em um cenário de juros elevados por período prolongado no Brasil.

    O resultado é o maior lucro trimestral já reportado pela companhia, fundada em 2013 como startup de cartão de crédito e hoje entre as instituições financeiras mais valiosas da América Latina.


    *Fonte original: NeoFeed

    Fontes complementares: Money Times, Seu Dinheiro e Nu Holdings (release de resultados do 2T26)

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