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    Docusign abre seu MCP a agentes de IA em 30 de setembro

    A Docusign anunciou que seu servidor Model Context Protocol (MCP) ficará disponível globalmente para agentes de inteligência artificial a partir de 30 de setembro, permitindo que plataformas como Claude, ChatGPT, Gemini, Copilot e Slack acessem de forma nativa a análise e a execução de contratos da companhia.

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    Redação

    21 de setembro de 20263 min de leitura
    Docusign abre seu MCP a agentes de IA em 30 de setembro

    A Docusign anunciou que seu servidor Model Context Protocol (MCP) ficará disponível globalmente para agentes de inteligência artificial a partir de 30 de setembro, permitindo que plataformas como Claude, ChatGPT, Gemini, Copilot e Slack acessem de forma nativa a análise e a execução de contratos da companhia.

    A Docusign vai abrir sua base de contratos para agentes de inteligência artificial. A empresa anunciou que o Docusign MCP Server, construído sobre o Model Context Protocol, estará disponível globalmente a partir de 30 de setembro, permitindo que agentes acessem nativamente recursos de inteligência e ações de gestão de acordos em clientes compatíveis com o protocolo.

    Na prática, isso significa que plataformas como Claude, ChatGPT, Gemini, Copilot e Slack passam a conversar diretamente com o acervo contratual da companhia, sem integração customizada. O acesso é intermediado pelo Iris, o motor de IA da Docusign, que expõe aos agentes o contexto de negociações anteriores, termos aceitos, cláusulas e políticas internas da empresa.

    O movimento estende para a era dos agentes uma arquitetura que a Docusign construiu ao longo de duas décadas. A companhia opera uma plataforma aberta e orientada a APIs, com assinatura eletrônica embarcada em mais de 1.100 aplicativos desenvolvidos por parceiros.

    "Para que a IA empresarial tenha verdadeiro sucesso, ela precisa se integrar aos sistemas fundamentais dos quais as empresas dependem, como a gestão de contratos", afirmou Allan Thygesen, CEO da Docusign. Segundo o executivo, é o contexto e a governança que separam "um agente conectado" de um parceiro confiável para gerir acordos.

    O servidor foi desenhado para ambiente corporativo, com controles administrativos em nível de conta, infraestrutura global multirregional e suporte multilíngue. O escopo alcança o portfólio de IAM (Intelligent Agreement Management, ou gestão inteligente de acordos) e chega até fluxos avançados de CLM — a gestão do ciclo de vida do contrato.

    A aposta é reduzir a troca de aplicativos que trava negociações. O fluxo é bidirecional: dados de sistemas como o Oracle entram na Docusign, enquanto os recursos da companhia se estendem a Slack, Perplexity e Salesforce, onde o Iris opera junto ao Agentforce. A Salesforce nomeou recentemente a Docusign como Parceira do Ano, reconhecendo justamente essas integrações.

    Entre os primeiros clientes corporativos está a Experian, que usa a plataforma como sua principal camada de contratos. "Estamos explorando como os recursos de agentes podem fortalecer nossa inteligência de contratos — verificando a precisão na fase de elaboração e automatizando todo o ciclo de vida do contrato", disse Gary Sonnenthal, vice-presidente e product owner global de Quote to Cash da Experian.

    A consultoria Slalom, parceira de implementação, avalia que o timing acompanha a virada das empresas da experimentação com IA para a operação em escala — momento em que o contrato deixa de ser documento e vira fluxo de trabalho que o agente precisa entender e executar com segurança.


    Fonte original: comunicado oficial da Docusign enviado à redação

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