Apresentado por Huvo

    Raphael Baltar, que vendeu a Meetz, leva a Huvo para dentro do comercial dos escritórios de advocacia

    Consultoria boutique de gestão comercial formaliza unidade de negócio dedicada ao segmento jurídico e aposta em um modelo que implanta e opera a área comercial das bancas, em vez de entregar um relatório e sair.

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    Redação

    13 de outubro de 20263 min de leitura
    Raphael Baltar, que vendeu a Meetz, leva a Huvo para dentro do comercial dos escritórios de advocacia

    Consultoria boutique de gestão comercial formaliza unidade de negócio dedicada ao segmento jurídico e aposta em um modelo que implanta e opera a área comercial das bancas, em vez de entregar um relatório e sair.

    Raphael Baltar construiu e vendeu a Meetz, a maior agência de prospecção B2B do Brasil. Agora, ele aponta essa experiência para um setor que raramente tratou vendas como disciplina: a advocacia.

    A Huvo, consultoria boutique de gestão comercial que Baltar fundou ao lado do sócio Igor Varjal, formalizou uma unidade de negócio focada no segmento jurídico. A casa atende empresas de vários setores, mas o jurídico passou a ter estrutura própria.

    "Passei seis anos estruturando o comercial de médias e grandes empresas. E vi que a advocacia é um dos poucos setores onde o próprio comercial raramente é tratado com método. Foi por isso que decidimos entrar no segmento", afirma Baltar.

    Crescer por indicação tem limite

    O diagnóstico de mercado da Huvo parte de uma constatação comum entre sócios de escritórios. A maioria das bancas cresceu com base em indicação e relacionamento, sem uma área comercial estruturada. O modelo funciona até deixar de funcionar.

    Quando a carteira depende da agenda de poucos sócios e não existe processo para gerar e converter novos clientes, o crescimento fica atrelado à rede pessoal de cada um, e não a um método replicável.

    A pressão para mudar vem também de fora. A digitalização alterou a forma como clientes pesquisam e escolhem escritórios. Ao mesmo tempo, vender serviço jurídico tem regras próprias: a OAB impõe limites à publicidade e à captação de clientes, e a decisão de contratação passa pela confiança construída no relacionamento. O método da Huvo foi desenhado para profissionalizar o comercial dentro dessas restrições.

    Operar, e não só aconselhar

    A Huvo define seu modelo como "gestão comercial as a service" e se posiciona em oposição direta à consultoria tradicional. "A consultoria tradicional diagnostica, entrega um relatório e vai embora. A gente entra na operação e fica até o número virar", diz Baltar.

    Toda relação começa por um diagnóstico, etapa que antecede qualquer operação contínua. A partir daí, a equipe implanta ferramenta, processo, playbook e treinamento dentro do escritório e acompanha as metas mês a mês.

    O formato boutique é parte da proposta. A Huvo trabalha com poucos clientes por vez, com profissionais seniores e os sócios envolvidos diretamente nas operações. A atuação é remota.

    Time sênior com inteligência artificial

    Outro pilar do modelo é a combinação entre equipe experiente e inteligência artificial. A IA é usada para potencializar a operação comercial, sem substituir o trabalho do time sênior. Para alguns clientes, a Huvo aloca uma equipe dedicada a desenvolver soluções de IA sob medida para o escritório.

    Unidade nova, experiência acumulada

    Embora a unidade jurídica seja recente, a Huvo não parte do zero no setor. Ao longo dos últimos anos, a consultoria estruturou mais de 40 operações comerciais jurídicas, em escritórios de diferentes estados, com forte concentração em São Paulo.

    A empresa projeta ultrapassar R$ 3 milhões em faturamento em 2027.

    Escritórios interessados em conhecer o modelo podem acessar huvo.com.br/juridico.


    Este conteúdo foi produzido em parceria com a Huvo.

    Conteúdo patrocinado por Huvo. Publicação paga, produzida em parceria com a marca.

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