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    GoHacking, brasileira, assume coordenação técnica de competição de ciberdefesa do Exército do Equador

    A edtech de cibersegurança vai coordenar tecnicamente o Centinela Digital I, marcado para 5 de novembro, pouco mais de um mês depois de operar competições com 3.601 participantes em exercício do Exército Brasileiro.

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    Redação

    31 de outubro de 20263 min de leitura
    GoHacking, brasileira, assume coordenação técnica de competição de ciberdefesa do Exército do Equador

    A edtech de cibersegurança vai coordenar tecnicamente o Centinela Digital I, marcado para 5 de novembro, pouco mais de um mês depois de operar competições com 3.601 participantes em exercício do Exército Brasileiro.

    A GoHacking, que se apresenta como a maior edtech de cibersegurança da América Latina, anunciou que será a coordenadora técnica do Centinela Digital I. A competição é organizada pelo Exército do Equador, por meio do Sistema del Arma de Comunicaciones, em colaboração com a Junta Interamericana de Defesa (JID), organismo da Organização dos Estados Americanos (OEA).

    O evento acontece em 5 de novembro, com inscrições já abertas, e reúne representantes de países membros da JID para atividades de capacitação e preparação em defesa cibernética.

    CTF e conferências

    A programação inclui uma competição no formato Capture the Flag (CTF), em que os participantes precisam resolver desafios técnicos de segurança digital, e um ciclo de conferências sobre ciberdefesa e cibersegurança.

    O objetivo é estimular o intercâmbio de conhecimento e fortalecer a capacidade de resposta das Forças Armadas diante de ameaças que ultrapassam fronteiras nacionais.

    A participação reforça a cooperação técnica entre a GoHacking e a JID, iniciada em 2023 e renovada em 2026. A parceria mira a formação de profissionais, o desenvolvimento de capacidades operacionais e a troca de experiências entre países do continente americano.

    "Os ataques cibernéticos não respeitam fronteiras e podem comprometer serviços essenciais de diferentes países ao mesmo tempo", afirma Junior Santos, CFO e sócio da GoHacking.

    Os números do Guardião Cibernético

    A iniciativa no Equador ocorre pouco mais de um mês após a participação da GoHacking no Exercício Guardião Cibernético 8.0, coordenado pelo Comando de Defesa Cibernética do Exército Brasileiro, em setembro.

    A empresa foi responsável pela operação técnica das competições CTF da Operação Curupira III, que reuniram 3.601 participantes, com inscrições de 21 países de quatro continentes.

    Em 72 horas de operação, foram disponibilizados 926 desafios de segurança cibernética, com mais de 296 mil tentativas de resolução registradas na plataforma. O exercício envolveu mais de 389 instituições públicas e privadas.

    Prontidão cibernética

    Segundo a empresa, conflitos como a guerra entre Rússia e Ucrânia e os confrontos entre Israel e Irã mostraram como operações cibernéticas podem atingir sistemas de comunicação, instituições governamentais, empresas e infraestruturas civis. Para a América Latina, a crescente dependência de sistemas digitais e de cadeias globais torna a preparação uma questão estratégica.

    "A América Latina precisa avançar de uma postura reativa para uma cultura de prontidão cibernética, capaz de proteger serviços essenciais e garantir respostas coordenadas diante de ameaças cada vez mais complexas", diz Santos.


    Fonte original: GoHacking (comunicado à imprensa)

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