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    Com 100 mil euros do próprio fundador, Cachola Tech cria o orquestrador de IA Batiste e mira a Europa a partir de Eindhoven

    Fundada em 2025 pelo engenheiro Jardhel Martins Cachola, formado pela Unicamp, a empresa aposta em uma base tecnológica reaproveitável entre projetos de diferentes setores e prepara a ampliação da presença internacional pela Holanda.

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    Redação

    2 de outubro de 20263 min de leitura
    Com 100 mil euros do próprio fundador, Cachola Tech cria o orquestrador de IA Batiste e mira a Europa a partir de Eindhoven

    Fundada em 2025 pelo engenheiro Jardhel Martins Cachola, formado pela Unicamp, a empresa aposta em uma base tecnológica reaproveitável entre projetos de diferentes setores e prepara a ampliação da presença internacional pela Holanda.

    A Cachola Tech, empresa brasileira criada em 2025, prepara uma nova etapa de crescimento com planos de ampliar sua presença internacional a partir de Eindhoven, na Holanda, um dos principais polos de tecnologia da Europa. O negócio foi montado com cerca de 100 mil euros de capital próprio do fundador, o engenheiro Jardhel Martins Cachola.

    A companhia não se apresenta como dona de um software único. O modelo consiste em receber problemas complexos de empresas e organizações e desenvolver tecnologia própria para resolvê-los, combinando inteligência artificial, dados, automação, engenharia e integração de sistemas.

    Uma base, várias aplicações

    O ponto central da tese é o reaproveitamento. Os recursos criados para um cliente passam a compor um repertório que pode ser adaptado a novos contextos, o que evita que cada projeto comece do zero.

    Um dos resultados dessa abordagem é o Batiste, tecnologia desenvolvida pela empresa para orquestrar diferentes recursos de inteligência artificial e acelerar a construção de novas aplicações.

    A Cachola Tech já desenvolveu projetos e protótipos em segurança, saúde, monitoramento de informações, educação, produtividade e automação de processos. Parte deles nasceu de demandas concretas levadas ao fundador.

    Jardhel descreve o ambiente como uma "garagem de soluções", de onde saem tecnologias próprias, componentes reutilizáveis e propriedade intelectual.

    IA como meio

    O empreendedor afirma que o uso de inteligência artificial não é o ponto de partida dos projetos. "A pergunta é: existe um problema real aqui?", diz. A escolha entre IA, dados, engenharia ou automação vem depois do diagnóstico.

    A lógica explica também o nome da empresa. "Mais do que vender um software pronto, queremos colocar a nossa cachola para funcionar", afirma.

    Quem é o fundador

    Formado em Engenharia Elétrica pela Unicamp, Jardhel trabalhou com processamento de sinais e radares, integração de sistemas e bureaus de crédito. Também ocupou posição de liderança global em engenharia de dados e inteligência artificial e participou de projetos de tecnologia no Brasil e na Europa.

    A escolha de Eindhoven tem relação com essa trajetória: ele atuou no ecossistema de tecnologia holandês antes de abrir a empresa.

    Próximos passos

    A expansão internacional deve vir acompanhada da ampliação da equipe e do desenvolvimento de novas soluções e propriedades intelectuais.

    A empresa também pretende firmar parcerias e se aproximar de companhias interessadas em aplicar inteligência artificial a problemas concretos de seus negócios. Não foram divulgados dados de faturamento, número de clientes ou prazo para a abertura da operação na Holanda.


    Fonte original: Cachola Tech (comunicado à imprensa)

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