A inteligência artificial deve ganhar ainda mais espaço nas estratégias das empresas brasileiras. Segundo a nova edição do CEO Outlook, estudo da EY-Parthenon, 72% dos CEOs no Brasil afirmam que pretendem aumentar os investimentos em IA, enquanto os outros 28% planejam manter os aportes no nível atual. Nenhum dos executivos consultados indicou intenção de reduzir os investimentos na tecnologia. (Bloomberg Línea Brasil)
A pesquisa também mostra um cenário de otimismo em relação às tecnologias emergentes. Nove em cada dez CEOs afirmam estar confiantes no potencial desses investimentos, sendo 36% muito otimistas e 54% moderadamente otimistas. Para os executivos, a IA deixou de ser uma iniciativa experimental e passou a ocupar um papel estratégico na geração de receita, aumento da produtividade e melhoria da experiência do cliente. (Bloomberg Línea Brasil)
Entre as áreas que mais devem ser impactadas pela adoção da inteligência artificial estão operações e produção, atendimento e experiência do cliente e estratégia e tomada de decisões, seguidas por cadeia de suprimentos e compras. O levantamento indica que as empresas estão ampliando o uso da tecnologia em processos centrais do negócio, e não apenas em projetos pontuais. (StartSe Platform)
O estudo aponta ainda que 84% dos CEOs brasileiros consideram a qualificação da força de trabalho em inteligência artificial um fator decisivo para definir os líderes de mercado nos próximos anos. Como consequência, a ampliação das equipes especializadas em IA, dados e tecnologia aparece entre as principais prioridades das empresas para o médio prazo. (StartSe Platform)
Ao mesmo tempo, a expansão dos investimentos vem acompanhada de novos desafios. Governança, qualidade dos dados, privacidade, cibersegurança e conformidade regulatória aparecem entre as principais preocupações dos executivos, refletindo a necessidade de estruturar políticas de uso da IA à medida que a tecnologia se torna parte das operações corporativas. (StartSe Platform)



