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    CEO da Lovable faz primeiro aporte no Brasil e investe na femtech Plinq

    Anton Osika, cofundador e CEO da Lovable, startup sueca de vibe coding avaliada em US$ 6,6 bilhões, entrou como investidor-anjo na rodada de R$ 1,5 milhão da Plinq, aplicativo que permite a mulheres consultar antecedentes criminais de parceiros.

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    Redação

    13 de março de 20262 min de leitura
    CEO da Lovable faz primeiro aporte no Brasil e investe na femtech Plinq

    A Plinq, startup brasileira de segurança para mulheres, acaba de receber o primeiro investimento de Anton Osika no Brasil. O cofundador e CEO da Lovable, plataforma sueca de desenvolvimento por inteligência artificial que levantou US$ 330 milhões em Série B e atingiu valuation de US$ 6,6 bilhões em dezembro de 2025, entrou como pessoa física na rodada que busca captar R$ 1,5 milhão até o final de março.

    A Plinq foi criada em meados de 2025 por Sabrine Matos, de Curitiba, após assistir a uma reportagem sobre um caso de feminicídio. Na história, uma jovem foi morta pelo ex-namorado, que havia ocultado ao menos 14 registros de violência doméstica ao longo do relacionamento, sem que a vítima soubesse. A partir dessa dor real, Matos desenvolveu um aplicativo que permite a mulheres consultar antecedentes criminais de potenciais parceiros.

    A conexão com a Lovable não é casual. A Plinq é citada pela empresa sueca como um dos seus principais casos globais: uma fundadora sem formação técnica que usou a ferramenta de vibe coding para criar um produto de impacto a partir de um problema concreto.

    Os recursos da rodada serão direcionados para acelerar o lançamento do aplicativo móvel da Plinq. A startup mira uma receita de R$ 10 milhões em 2026, apostando na crescente demanda por soluções de segurança feminina no país.

    O aporte de Osika no Brasil sinaliza o interesse de líderes do ecossistema global de tecnologia no mercado brasileiro de startups de impacto social. A Plinq se posiciona na interseção entre femtech e segurança pública, um nicho que ainda conta com poucos players no país, mas que dialoga diretamente com a realidade de violência contra a mulher no Brasil.

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